inventário, maio.
Aquilo que li, ouvi e assisti.
No mês de maio recuperei o fôlego para algumas atividades que estavam esquecidas, como a leitura e os filmes… Trago aqui aquilo que li, ouvi e assisti nesse mês.
#leituras
Foi o meu primeiro contato com ambos os escritores, e gostei demais. Bartleby foi sugestão de uma professora numa aula de filosofia política em que estamos estudando Agamben. Inclusive, ele têm um livro sobre essa história chamado Bartleby, ou da contingência onde também é possível lê-la na íntegra. Já essa de Leskov eu encontrei por acaso enquanto procurava pela história de Shakespeare. Foi um precioso achado que me levou também à retirar da prateleira o Magia, técnica, arte e política de Walter Benjamin onde consta o texto sobre o narrador que contém considerações a respeito de Leskov.
#ouvidos
Descobri Fauré enquanto pesquisava sobre impressionismo. Me apaixonei por tudo, mas sobretudo pelo Cantique de Jean Racine e Pavane, Op.50. Não podia faltar também a minha diva maioral, Lana Del Rey. Quando ouvi pela primeira vez o Blue Banisters lembro de não ter me chamado tanto a atenção (embora deva confessar que não tenho mesmo o hábito de ouvir álbuns completos assim que lançam, sou mais de ir ouvindo aos poucos e aleatoriamente), mas dessa vez acabei gostando mais. Várias músicas viraram queridinhas, especialmente Arcadia. Do Did you Know that there’s a tunel under Ocean Boulevard eu gostei mais é da música que dá o nome ao álbum.
#assistidos
Esse foi, aqui em casa, o mês das séries. Começamos a assistir Supernatural. A série consegue ser tosca e interessante na medida certa. Também estou assistindo Os normais, como parte de uma obsessão por assistir tudo da Fernanda Torres, o que me levou também ao sensacional filme Gêmeas de 1999. Aura de obsessão e maluquice sem perder a cara de Brasil. Ah, e é claro que a Fernanda interpretando duas foi magnífico de assistir. Também vimos Michael e eu amei, Jaafar tá incrível no papel. Vale assistir só pela sua performance.
Por hoje é só, até breve. 🌿




